Descrizione

Situada em pleno coração do Dão, no centro geográfico da Região Demarcada entre Nelas e Vilar Seco, a Quinta de Tralcume, apesar da sua história recente, já é considerada uma Quintas de referência da nova geração de produtores-engarrafadores do Dão.
A Quinta de Tralculme é propriedade de Maria Maia Borges e Armando Alves desde 1975, tendo já a essa
data tradição vinícola, no entanto, em 1992 foi reestruturada com as castas nobres do Dão – Touriga Nacional, Alfrocheiro Preto, Jaen, Tinta Roriz (Aragonez), Rufete, nas tintas e Encruzado, Arinto nas brancas – havendo o cuidado de as plantar em talhões individualizados, o que assegurou uma melhoria na qualidade dos vinhos produzidos.
Respeitando os modernos conceitos da técnica vinicola e usufruindo de uma excelente localização, as novas vinhas, com uma àrea próxima de oito hectares já começam a surpreender quem passa na estrada, sobressaindo, claramente, das da vizinhança. A vinificação é feita na Quinta, numa pequena adega tradicional, com os velhos lagares beirões e a típica prensa de cinchos verticais.
Os vinhos brancos são feitos à moda antiga, de bica aberta, e são armazenados em cubas de inox para não perderem os seus aromas primários.
Os vinhos tintos, com longas macerações, mostram-se robustos, ricos de cor e de fruta, prometendo imenso quanto ao futuro. O estágio que têm em pipas de carvalho francês, durante dezoito meses, conferem-lhe a complexidade e distinção dos grandes vinhos, não surpreendendo que comecem a ser elogiados por todos aqueles que têm a sorte de já os ter provado.
A Quinta de Tralcume mantém uma produção caseira com um volume médio anula de 40.000 lt. de vinho, sendo 10% branco, e os restantes 90% de vinho tinto.
Portugal continua a ser o maior mercado da Quinta de Tralcume, ascendendo a 75% das vendas, no entanto, o seu vinho tem tido muito boa aceitação no estrangeiro, essencialmente na Europa, sendo exportado para países como Alemanha, Inglaterra ou Luxemburgo. Recentemente iniciou exportação para Macau.





