{"product_id":"pera-grave-reserva-tinto-2019-75cl","title":"Pera-Grave Reserva Tinto 2019","description":"\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579794793932\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579794793932\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv id=\"boxinfo\" class=\"semmais\"\u003eÉ rica a história da zona onde se encontra situada a Quinta de São José de Peramanca e da qual esta recebe o nome.\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123580\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123580\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. II A.C.\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv id=\"boxinfo\" class=\"semmais\"\u003eOcupação Romana, tendo sido criada a província da Lusitânia.\u003cbr\u003ePrimeiros relatos históricos da produção de vinho na região em que se situa a Quinta de São José de Peramanca.\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123607\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123607\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XII\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv id=\"boxinfo\" class=\"semmais\"\u003eIndependência de Portugal do Reino de Castela, nesta altura houve um forte incentivo ao cultivo da vinha na região circundante à cidade de Évora.\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123622\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123622\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XIII\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv id=\"boxinfo\" class=\"semmais\"\u003eD. Afonso II (1211-1223) manda plantar vinhas junto ao ribeiro de Peramanca, tendo descoberto um terroir único para a produção de vinho de excelência.\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123633\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123633\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XIV\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv id=\"boxinfo\" class=\"semmais\"\u003eA Dinastia de Aviz, elege o vinho destas terras como um dos favoritos da Corte.\u003cbr\u003eNa famosa crónica de André de Resende sobre o casamento do príncipe, encontra-se um relato da preferência do rei D. João II por este vinho para a boda de casamento do seu filho - vinho de \"pera manca e outros bons que houvesse no concelho\".\n\u003cp class=\"texto\"\u003eEntre os séculos XIV a XVI o vinho destas terras torna-se popular junto dos negociantes bretões que apreciavam bastante os vinhos desta região.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123682\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123682\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XV\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv id=\"boxinfo\" class=\"semmais\"\u003eAs vinhas que circundam a cidade de Évora ganham reconhecimento junto do poder real e da Igreja, contribuindo positivamente para o desenvolvimento económico da região de Évora até ao séc. XVII.\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123697\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123697\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XVI\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv id=\"boxinfo\" class=\"semmais\"\u003eD. Manuel I escolhe o vinho desta região para embarcar nas caravelas com a recomendação de \"ser bebido apenas pelo capitão e seus pares e constituir oferta para os povos que fossem encontrar\".\u003cbr\u003eNa carta de Achamento do Brasil, Pedro Vaz de Caminha menciona o agrado dos indígenas ao beberem o vinho oferecido pelos portugueses, pelo que se diz, ainda hoje no Brasil, que este é o vinho levado por Pedro Álvares Cabral.\u003cbr\u003eÉ também neste século que a referência aos vinhos destas terras surge inscrito pela primeira vez na história de Portugal.\u003cbr\u003eDuarte Nunes de Leão, refere-se, assim, na sua obra Descrição do Reino de Portugal \"Em Alemtejo há os vinhos da cidade de Évora, de que sao mui estimados os de Peramanca em sabor e subsistência: dos quais dizia um grande médico que, por sere mui amigos do estômago e da natureza, tanta força poem em um copo como pão, vinho e carne de outras partes\".No final deste século, em 1590, Manoel Luis, Luis Mendes de Vasconcellos e outros estudantes da Universidade de Évora cantam este vinho na \"Paródia Bácchica\" ao canto I d'Os Lusíadas:\u003cem\u003e\"Borrachos, borrachões assinalados,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eQue d'Alcochete junto a Villa Franca,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePor mares nunca dantes despejados\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003ePassaram ainda além de Peramanca\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eEm pagodes e ceias esforçados\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eMais do que permitia a gente branca,\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eem Évora cidade se alojaram\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eOnde pipas e quartos despejaram.\"\u003c\/em\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123736\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123736\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XVII\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv class=\"texto\"\u003eA Dinastia de Bragança elege os vinhos desta região como um dos favoritos da Corte. Conta-se que D. João IV, fundador da dinastia, privilegiava os vinhos desta região específica nos famosos banquetes em Vila Viçosa e Vila Boim.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"texto\"\u003e\n\u003cp\u003eJá no reinado de D. João V, o vinho desta região é classificado pelo famoso cozinheiro Vicent la Chapelle “tão bom como qualquer vinho francês que fosse bom”. Esta apreciação leva o monarca a determinar que os vinhos dos terrenos que circundam a cidade de Évora, designados na altura como das terras de Peramanca sejam produzidos apenas para consumo real.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ construída a Capela de São José de Peramanca na própria Quinta. Túlio Espanca, na obra Património Artístico do Concelho de Évora, diz a seu a propósito: “Não é anterior ao 1º quartel do séc. XVII e foi construída em terras realengas onde, durante centúrias se havia experimentado, com frutos celebrizados o vinho de Peramanca, que é citado nas crónicas quinhentistas e se exportava, largamente, nas esquadras portuguesas em demanda das terras ultramarinas”\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123759\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123759\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XVIII\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv class=\"texto\"\u003eOs vinhos desta região específica são dos poucos vinhos a manter o seu estatuto de real qualidade, apesar das severas perseguições religiosas e expulsão dos Jesuítas terem um forte impacto negativo nas vinhas de Évora e da preferência dos importadores se alterar para os vinhos negros e alcoólicos do Douro.\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123772\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123772\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XIX\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv class=\"texto\"\u003eEm 1900, a qualidade dos vinhos desta região específica é mencionada e comparada aos melhores vinhos franceses numa publicação preparada para a Exposição Universal de Paris. Pode ler-se nessa publicação: “Os vinhos de Peramanca, os brancos, principalmente, são notáveis, leves, delicados, agradáveis ao paladar e possuidores de bouquet. Muitos os compararam ao Sauterne e ao Barsac” lia-se na publicação.\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"texto\"\u003eOs vinhos produzidos na região que circunda Évora a Ocidente ganham novamente destaque internacional, ao terem recebido várias medalhas em concursos, nomeadamente ouro em Bordéus.\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123801\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123801\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XX\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv class=\"texto\"\u003eEm 1913, o bisavô de João Grave adquire a Quinta de São José de Peramanca.\u003cbr\u003eDesde então o enorme casario e parte dos terrenos à sua volta tornam-se propriedade da família Grave.\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-wrapper-1579796123818\" class=\"sppb-addon-wrapper\"\u003e\n\u003cdiv id=\"sppb-addon-1579796123818\" class=\"clearfix\"\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon sppb-addon-text-block\"\u003e\n\u003ch6 class=\"sppb-addon-title\"\u003eSÉC. XXI - O RECOMEÇO DA HISTÓRIA\u003c\/h6\u003e\n\u003cdiv class=\"sppb-addon-content\"\u003e\n\u003cdiv class=\"texto\"\u003e\n\u003cp\u003eDepois de quase um século de interrupção, João Grave decide regressar às origens produtivas desta terra e em 2003 são plantadas as primeiras vinhas, em 2005 engarrafado o primeiro vinho Pêra-Grave.\u003c\/p\u003e\n\u003cp class=\"texto\"\u003eOs vinhos Pêra-Grave ganham prémios e medalhas em concursos internacionais. Atualmente a vinha está totalmente plantada, cerca de 15,5 hectares, 14 deles de uva tinta e 1,5 de branca.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Garrafeira Grande Escolha","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":53188791697745,"sku":null,"price":23.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1000\/4122\/8625\/files\/pera-grave-rt.jpg?v=1772539551","url":"https:\/\/garrafeiragrandeescolha.pt\/products\/pera-grave-reserva-tinto-2019-75cl","provider":"Garrafeira Grande Escolha","version":"1.0","type":"link"}