Chryseia Tinto 2012 Magnum 1,5L

195,00

O Chryseia 2012 foi produzido a partir de uma selecção criteriosa de uvas provenientes das vinhas da Prats & Symington, localizadas nas Quintas de Roriz e da Perdiz. A Quinta da Vila Velha, propriedade de um membro da família Symington e vizinha de Roriz, também deu o seu
contributo, tal como tem acontecido em todas as edições anteriores do Chryseia.
O que mais marcou o ano vitícola 2011/2012 foi a escassez de água. Choveu em Novembro e em Abril. O Inverno foi extremamente frio, o mais frio desde 1991. Uma floração com pouco sucesso, levou a alguma incidência de baguinha e a uma produção pequena. Temperaturas de
Verão abaixo da média amenizaram o efeito da falta de água nos solos e com um reduzido número de cachos por videira, foi possível atingirmos a plena maturação das uvas e a produção de excelentes vinhos. A colheita das uvas para o Chryseia 2012 decorreu na Quinta de Roriz entre 12 de Setembro e 8 de Outubro e na Quinta da Perdiz de 27 de Setembro a 9 de Outubro.
NOTA DE PROVA: Aromas apelativos de frutos do bosque com notas vegetais. Palato luxuoso, com uma soberba pureza de fruto e atraente mineralidade com um toque de xisto. Integração de madeira irrepreensível. Conjunto muito bem equilibrado com taninos intensos e especiados.
Um vinho de grande precisão, generoso e poderoso mas simultaneamente muito elegante.
COMPOSIÇÃO VARIETAL: 72% Touriga Nacional / 28% Touriga Franca

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Património da Humanidade e uma das regiões vitivinícolas mais antigas do mundo, o vale do Douro é, sem dúvida, um dos terroirs mais marcantes da história da viticultura mundial .

Os grandes vinhos só podem existir se houver pessoas suficientemente afortunadas para os apreciar. Não há dúvida de que a aristocracia inglesa desempenhou um papel importante no desenvolvimento das vinhas do vinho do Porto, tal como aconteceu em Bordéus, nomeadamente com o Médoc Crus Classés.

Os vinhos do Douro, cultivados num clima inóspito sob um sol escaldante, com a sua baixa acidez e elevados teores de açúcares residuais, foram sempre difíceis de transportar. Foi por esta razão que a região inventou a fortificação, um processo que consiste na adição de aguardente ao vinho antes do final da fermentação, conferindo ao Porto o seu distinto equilíbrio álcool-açúcar, aliado a um notável potencial de envelhecimento . Além disso, o processo exige a extração rápida e enérgica dos taninos pelo método tradicional de pisa ou, nos anos mais recentes, por prensas mecânicas.

Enquanto se aperfeiçoava a arte de criar vinho do Porto, Bordéus – outra região com talento para saciar a sede dos ingleses – inventava a vinificação por meio de um processo de maceração prolongada, que permitia a extração gradual e suave dos taninos. Isso deu origem ao equilíbrio e à sutileza dos grandes Médocs.

A tentativa de aplicar os métodos de vinificação de Bordéus a uvas tradicionalmente destinadas à produção de Porto Vintage é a essência do emocionante projeto CHRYSEIA.

A família SYMINGTON pretendeu aliar o seu vasto conhecimento dos diferentes terroirs e castas do Douro à experiência de Bruno PRATS na região de Bordéus para que juntos pudessem produzir vinhos a partir das melhores uvas cultivadas nas melhores parcelas das melhores quintas, na verdade Espírito bordeaux.

Andrew James Symington estabeleceu-se pela primeira vez na cidade do Porto em 1882. Rapidamente tornou-se expedidor de vinho do Porto e em 1914 assumiu o controlo da Warre’s. Os descendentes dos seus três filhos são hoje proprietários dos Warre’s, Dow’s e Graham’s, para além de inúmeras propriedades onde se encontram algumas das melhores do Cima Corgo. As explorações de vinha da família no Douro já ultrapassam os 900 hectares. Charles Symington é o responsável pelas vinhas, vinificação e gestão da produção, enquanto Rupert, Paul, John e Dominic viajam por todo o mundo partilhando a magia e os segredos dos seus vinhos.

Após a venda do Château Cos d’Estournel que administrava por trinta anos, Bruno Prats transferiu suas atividades vitivinícolas para a Viña Aquitania no Chile, onde estabeleceu uma parceria com Paul Pontallier, Ghislain de Montgolfier e Felipe de Solminihac, e para a Anwilka na África do Sul, em parceria com Lowell Jooste e Hubert de Bouard de Laforest. A amizade entre Bruno Prats e a família Symington desenvolveu-se através da rede vinícola familiar Primum Familiae Vini, da qual Cos d’Estournel também pertencia.

Em Novembro de 1998, a família Symington propôs que Bruno Prats participasse num novo projecto de produção de um vinho do Douro não fortificado de primeira qualidade. Essa proposta tomou forma em 1999 com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria igualitária entre as duas famílias. A produção experimental neste primeiro ano permitiu a seleção dos melhores lotes e das castas mais adequadas para o projeto. O CHRYSEIA 2000 foi o primeiro vintage a ser lançado.

Peso 2.6 kg

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