Legado Tinto 2013 75cl

255,00

Castas: 35% Touriga Franca, 15% Touriga Nacional, 10% Tinta Roriz, 10% Outras, 10% Donzelinho, 5% Tinta da Barca, 5% Tinta Barroca, 5% Tinta Amarela, 5% Rufete

Cor rubi. Aroma de excelente complexidade com notas florais, aromas balsâmicos a resina e algum mentol, fruta vermelha, pedregoso, ligeiramente apimentado e com uma madeira de grande qualidade muito bem integrada. Na boca tem uma acidez viva que lhe dá uma grande frescura, taninos firmes e bem envolvidos, notas florais, frutos vermelhos, pedregoso e com um final sólido e consistente.

A garrafa deve ser mantida deitada, em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz. Neste momento já se encontra em boas condições para ser consumido. Estima-se que mantenha a sua melhor qualidade durante cerca de 20 a 25 anos.
Se guardado alguns anos, é natural que venha a formar sedimentos na garrafa, devendo ser aberto com cuidado e decantado para melhor apreciação. É um vinho surpreendente que ganha em ser aberto algum tempo antes de ser consumido. Servir entre 16ºC-18ºC.
O seu perfil elegante e complexo combina idealmente com boas carnes, caça e queijos.

Álcool: 14%

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A história da Casa Ferreirinha está indissociavelmente ligada a uma mulher extraordinária: Dona Antónia Adelaide Ferreira. Nasceu em 1811, na Régua, porta de entrada para os vinhedos do vale do Douro. Ainda que de estatura pequena, e reservada por natureza, Dona Antónia era carismática, visionária e empreendedora. Criou novas extensões de vinhas, aumentou e aprimorou os stocks de vinhos velhos da empresa e contribuiu para melhorar as vidas árduas das famílias de agricultores locais, fundando escolas, creches e hospitais. Tal era a afeição da população que lhe chamavam, carinhosamente, de “Ferreirinha”. Com a sua morte, em 1896, deixou como legado um notável património do Douro e um negócio imensamente bem-sucedido.

A grande aposta da Casa Ferreirinha nos vinhos não fortificados viria a surgir cerca de meio século mais tarde. Produzir vinhos do Douro elegantes e de alta qualidade, com requinte e o elevado potencial de envelhecimento dos vinhos do porto Vintage, tornou-se o sonho de Fernando Nicolau de Almeida que, desde cedo, começou a trabalhar na empresa, tendo ascendido a diretor técnico. Selecionou as melhores uvas do Douro Superior, repletas de riqueza e estrutura, e combinou-as com outras, provenientes de grandes altitudes, pela sua acidez e aroma.

Assim nasceu, em 1952, o Barca-Velha, um vinho icónico que é, desde então, produzido apenas nos melhores anos, considerado como um dos tintos de Portugal com maior longevidade, elegância e complexidade. A génese da Casa Ferreirinha é, portanto, uma verdadeira lição de enologia, que determinou a evolução dos vinhos desta Casa, enriquecida com a plantação de raiz da Quinta da Leda, iniciada em 1979, onde nascem as uvas que permitiram aumentar e melhorar a produção. Hoje, a gama Casa Ferreirinha, produzida sob a batuta do enólogo Luís Sottomayor, vai desde a juventude de vinhos como Esteva ou Planalto, passando por vinhos mais ricos como Papa Figos, Vinha Grande e Callabriga, até aos excepcionais Quinta da Leda, Antónia Adelaide Ferreira e Reserva Especial, com o Barca-Velha a ocupar o topo da hierarquia.

 

Legado representa um tributo de Fernando Guedes e da sua equipa ao melhor que o Douro tem, uma singela homenagem às raízes da Sogrape. O regresso aonde tudo começou há 75 anos, o ponto de partida de um sonho que continua a projetar-se no futuro.

Peso 2.0 kg

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