Ferro da Ferradosa Tinto 75cl

9,50 

Ferro da Ferradosa Douro Tinto mostra o carácter único e diferenciado da quinta, onde encontrámos as vinhas que sentimos expressar o Douro que conhecemos. As uvas vêm de uma vinha plantada em 1998 onde foram só plantadas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz. Para a produção do Ferro da Ferradosa em 2019 escolheu-se um blend de 40% Touriga Franca, 50% Touriga Nacional e 10% Tinta Roriz.

Todo o vinho foi fermentado na adega da Quinta da Ferradosa. Todas as uvas foram pisadas a pé em lagares tradicionais antes da fermentação em cubas de aço inox (5,000 kgs). O vinho estagiou em barricas de carvalho francês usadas durante 12 meses antes do engarrafamento. Engarrafamento: Julho de 2020. Foram produzidas 4.000 garrafas de 75cl. Notas O Ferro da Ferradosa Douro Tinto é um vinho elegante e fresco, com aromas de fruta muito pura e um longo e muito fresco fim de boca. Muito bom equilíbrio e acidez, intenso e aveludado, um tinto de grande elegância.

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Descrição

As primeiras referências da Quinta da Ferradosa remontam a finais do século XIX, altura em que pertencia à família Borges.

No princípio do século XX foi comprada pela Real Companhia Velha, a mais antiga companhia de Vinho do Porto.

A construção da barragem da Valeira provocou uma subida do nível da água do Rio Douro, submergindo grande área de vinha da Quinta da Ferradosa, o que afectou o seu potencial vitícola e dificultou o seu acesso.

Na década de 90, a Quinta foi comprada por Joaquim Manuel Calem, proprietário da empresa AA Calem & filho Lda, uma das principais empresas portuguesas produtoras e exportadoras de Vinho do Porto, criada pelo seu trisavô em 1859. A empresa manteve-se na família até ao século XXI, altura em que foi vendida, juntamente com a marca. No entanto, o Património das quintas continuou propriedade da família Calem.

Joaquim Manuel Calem, Pai do actual proprietário, tinha uma grande paixão pela Ferradosa, e aqui plantou 13 hectares com três das principais castas da região: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz. Foi também responsável pela instalação de electricidade na propriedade, tendo ainda grandes planos de reconstrução das ruínas aqui existentes, de forma a trazer de volta à Quinta os seus tempos áureos.

Joaquim Manuel morreu em 2006, altura em que o seu filho, também Joaquim, herdou a Ferradosa. Trazendo em si a mesma vontade de investir nesta propriedade remota, inóspita e inspiradora, é hoje nas suas mãos que esta floresce e se transforma numa das quintas mais romântica do Douro.

Informação adicional

Peso 1,4 kg