Herdade da Aldeia de Cima Reserva Branco 75cl

17,50

Castas: 50%Arinto; 40%Alvarinho
Falemos da paisagem escarpada da Serra do Mendro que separa o Alto e o Baixo Alentejo. Este fenómeno geológico que aflora no sentido leste-oeste no concelho da Vidigueira, forma um corredor natural para os ventos do Atlântico. Foi aqui, olhando para o azul claro do céu, que nós criamos os nossos vinhos. O Reserva Branco combina o terroir desta terra, influenciado pelo clima mais fresco e pela diversidade de solos esqueléticos, e produz um vinho de equilíbrio, aromas fragantes de estrutura linear, alta densidade e uma cativante mineralidade. Apresenta um nariz com notas de citrinos maduros, flor de laranjeira e ameixa branca. As notas provenientes da madeira são muito suaves. Na boca as suas
notas varietais também se fazem sentir, nomeadamente a casca de laranja. Destaca-se a sua forte untuosidade e largura de boca, tornando-o num vinho cheio, redondo e harmonioso.

Enologia: Jorge Alves e António Cavalheiro

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A Herdade Aldeia de Cima tem origem em 1758, mas a vivência cultural e tradicional de que é herdeira tem origens muito mais remotas. No passado da Herdade da Aldeia de Cima ecoam as vozes de fenícios, visigodos, romanos e sobretudo árabes que chegaram no século VIII e dominaram a região durante 500 anos, influenciando ainda hoje a cultura alentejana. Alguns estudiosos descrevem o alentejano como sendo alguém com o espírito de um romano no corpo de um árabe.

Trabalhar a favor da natureza e não contra ela é o lema de todos os dias de Luisa e Francisco que encaram a Herdade Aldeia de Cima como um projeto de vida, vivendo a autenticidade deste lugar e o espírito comunitário da aldeia que se encontra na área ecológica ibero-mediterrânica da Zona Ossa-Morena.

Compreendendo uma enorme extensão de sobro e azinho, incluindo 1750 hectares na Serra do Mendro, aqui sempre se praticou um aproveitamento da terra tipicamente mediterrânico em solos de xisto aparentemente pobres, mas ricos em diversidade.

Este sistema agro silvo pastoral do montado de intervenção antropogénica baseia-se na presença mista de duas espécies de carvalho – o sobro (quercus suber) e o azinho (quercus rotundifólia) – fornecendo uma variedade de alimentos e habitats de vida selvagem, fundamental para a conservação dos solos, a regulação do ciclo da água, a diminuição das emissões de carbono e a conservação da biodiversidade.

Ainda hoje praticamos uma gestão agroflorestal sustentável, que prevê o lucro médio-longo prazo.

Peso 1.4 kg

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