Quinta da Pedra Alvarinho 2014 1,5L

75,00

Citrino e mineral, com suaves notas de maçã e ananás, mas muito elegante no nariz. Na boca, é um vinho com untuosidade com a acidez a conferir-lhe frescura e longevidade.

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A QUINTA DA PEDRA, uma das mais históricas propriedades do Alto Minho, com raízes no século XVII, é hoje a maior vinha contínua de casta Alvarinho em Portugal.

Localizada no concelho de Monção, na freguesia de Longos Vales, no coração da Sub-Região de Monção e Melgaço, esta extensa propriedade com 43 hectares de vinha dedicada à casta Alvarinho, beneficia de solos graníticos e de generosa exposição solar.

Uma viticultura cuidada e de precisão, garantida pelo “savoir-faire” da equipa da IDEALDRINKS, dá origem às melhores uvas desta nobre casta, base dos vinhos monovarietais da propriedade – o excelente Quinta da Pedra e o surpreendente Longos Vales.

Num diálogo entre passado, presente e futuro, a arquitectura da nova adega da QUINTA DA PEDRA inspira-se nas Muralhas de Monção e constitui, assim, uma homenagem pessoal de Carlos Dias à vila que lhes dá o nome.
Classificadas desde 1910 como Monumento Nacional, as preservadas Muralhas de Monção são o testemunho histórico da fortaleza erguida no século XVII de acordo com o projecto do engenheiro militar francês Michel de L’Escole e direção do mestre João Alves do Rego.

Integrando e reabilitando parte das muralhas medievais, particularmente na frente ribeirinha, a ampla muralha seiscentista, com um perímetro de 2700 m, apresenta uma planta poligonal, nove geométricos baluartes, defendidos por vigilantes guaritas, e cinco portas, das quais se mantêm actualmente três, com destaque para a de Salvaterra, que ostenta as armas nacionais.
A construção destas muralhas foi um marco de modernização na longa história da vila de Monção que teve carta de foral de D. Afonso III em 12 de Março de 1261 e que se celebrizou com a lenda de Deu-la-deu Martins, esposa do alcaide local, que em 1369, durante as Guerras Fernandinas, terá conseguido pôr fim ao cerco dos castelhanos atirando-lhes os últimos mantimentos da vila. Um feito ainda hoje recordado no brasão de armas da vila, onde se destaca, no alto de uma torre ameada, uma mulher a meio corpo exibindo um pão em cada mão cercada por uma bordadura com a divisa da vila: «Deus o deu, Deus o há dado».
Peso 3.0 kg

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